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Playtime de lenços da Hermès, 2ª parte!

Lembram desse post colaborativo “bapho” com formas diferentes de amarrar lenços, elaborado por ninguém menos que a Hermès? Pois bem, hoje publicamos sua segunda parte, com a continuação e mais modos de usar o acessório que promete ser febre nesse verão! Enjoy it!

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Essa penúltima foto não é a cara de Viver a Vida? haha Vou aderir a este jeito de usar meu batik, e vocês?

Thanks Lê (de novo) pela colaboração, adoramos!

Fotos: Hermès

(posted by nfuzaro)

7º Post colaborativo: Jeitos de usar lenços by Hermès, por Letícia Malta!

Nem precisamos falar que AMAMOS receber sugestões interessantes de posts, né gente? Por isso criamos essa categoria de Posts Colaborativos, para difundir informações super bacanas que chegaram a nós por meio de pessoas com esse mesmo interesse de compartilhar conhecimento em comum. E esse post especificamente é mega especial por alguns motivos: por vir de uma pessoa que felizmente entrou em minha vida recentemente (muuuuito por acaso e inicialmente por causa desse blog – conto em breve e vocês vão entender! hehe), a fofa da Lê, e… por ser um guia DA HERMÈS sobre jeitos de se usar lenços, oras! =) Então sem mais “delongas”, vamos babar, imprimir e pregar no guarda-roupa djá! rs
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Demais, né? Então fiquem atentas que, como esse post já ficou grandinho, semana que vem tem a segunda parte do “Playtime Scarves” da Hermès, com mais nove outras maneiras possíveis de usar seu modelito! Ebaaa! E lembrando: porcinetes que tiverem infos legais para dividir, mandem pra gente que vamos adorar mostrar aqui!

Fotos: Hermès

(posted by nfuzaro)

6º Post colaborativo: Tiaras de cabelo Giovanna Vilela, por Maria Giovanetti

Gente eu tenho uma amiga (best friend) que de vez em quando me manda idéias de post. Nem preciso falar que eu adoro ver a Maria contribuindo com o Porcinas. Dessa vez ela me enviou o link do site de Giovanna Vilela, e eu ameiiiiiiiiiii! Os acessórios são handmade e a designer que é formada em Artes Plásticas expressa sua criatividade em tiaras, fivelas, colares, casquetes lindíssimas de morrer. O blog dela é uma verdadeira perdição! Você pode encontrar os produtos na loja Clube Chocolate e na Doc dog! Jessica Alba já aderiu a moda das tiaras abaixo que você confere aqui!

tiaras by Giovanna Vilela

Tiara by Giovanna Vilela

tiara Giovana Vilela

Tiara by Giovanna Vilela

tiara by Giovanna Vilela

Tiara by Giovanna Vilela

tiara by Giovana Vilela

Tiara Aurora by Giovanna Vilela

Puro glamour! Adoreiiiiiiiii, vale o clique no site!

Fotos: http://www.giovannavilela.com.br; http://www.givilela.blogspot.com/

(posted by mafuzaro)

5º Post Colaborativo: O futuro em nossas mãos, por Érico Fuzaro

Para concluir a saga dos posts sobre o breve histórico da joalheria (que abrangeu ainda um panorama da evolução e a produção hoje), nosso amado daddy fala sobre o futuro. Espero que tenham gostado dessa experiência tanto quanto nós! Beijos, Porcinas.

 

“Minhas considerações finais se baseiam no surgimento de novas tecnologias, como as impressoras em 3D. Acredito que logo qualquer pessoa poderá baixar arquivos na internet e gerar peças em sua própria casa. A justificar pela nanotecnologia, que já está conseguindo criar técnicas capazes de utilizar moléculas de DNA para construir estruturas feitas de nanopartículas de ouro. Isto quer dizer que, em breve, poderemos construir o que bem entendermos com moléculas de ouro obtidas por meio da nanotecnologia.

Quando isso acontecer, nada irá causar o mesmo fascínio de ter uma peça elaborada por um artesão com suas habilidades manuais para gerar aquela que é uma jóia única. Nenhuma outra será igual e, portanto, acredito que a individualidade dos produtos será a grande atração dos próximos tempos, pois tudo que é produzido em escala poderá perder o sentido único de luxo de seu usuário”.

Por Érico Fuzaro.

4º Post Colaborativo: A produção hoje, por Érico Fuzaro

Pessoal, a vida está muuuuito corrida (pra todos nós, né? rs) e parece que estamos aderindo ao movimento “offline” do Oficina, descansando (ou correndo mais! rs) nos finais de semana! hahah Mas já já tudo se normalizará e temos planos legais pro Porcinas, então não deixem de acompanhar, ok? E por falar em acompanhar, segue a prometida continuação dos posts sobre o histórico das jóias que nosso querido daddy (e expert no assunto, acreditem) escreveu. Enjoy it!!!

 

“Nos dias atuais, são muitas as maneiras utilizadas para se obter uma jóia ou uma bijuteria. Podemos enumerar algumas, como estamparia, eletroformação, fotocorrosão e em especial a fundição.

Na estamparia, a peça é obtida através de um molde metálico que, montado em uma prensa e alimentada por uma fita metálica no metal desejado, irá produzir as peças. Tal processo é normalmente empregado na produção em larga escala e podemos adquirir as jóias em espessuras muito finas, viabilizando produtos de acordo com as necessidades atuais.

Já na eletroformação, obtemos as peças submetendo os modelos de cera em tanques com material químico, onde a ação dos íons e elétrons irá retirar as partículas do ânodo do metal desejado, também contido no tanque, e depositá-las sobre a peça originalmente em cera. Depois de algum tempo, tal peça estará toda revestida pelo metal e, quando a camada metálica atingir a espessura desejada, o processo é interrompido, fazendo um pequeno furo na peça. Submetendo-a a uma temperatura apropriada, a cera será derretida e após breve acabamento teremos uma jóia de bela plástica e bastante leve. Este processo é muito empregado nos brincos grandes, normalmente feitos em prata e mantendo a leveza no peso, proporcionando maior conforto à usuária.

Na fotocorrosão, partimos de uma lâmina do metal desejado e sobre ela aplicamos um filme com os desenhos. Depois de submeter tal lâmina a um tanque químico preenchido com ácido apropriado, este irá “atacar” as partes onde o filme não estiver presente, gerando assim uma peça. Esse processo é bastante utilizado quando queremos peças com muitos detalhes, tipo filigrana, e precisamos de baixos custos, e é mais empregado na fabricação de bijuterias.

Agora, para escrever sobre fundição de uma forma simplificada, vamos apenas pinçar sobre os processos atuais, separados em dois grupos: alta e baixa fusão. Quando nos referimos à fundição de alta fusão, queremos dizer todos os metais utilizados que possuam ponto de fusão elevados, em torno de 1.000 graus centígrados, enquanto na fundição de baixa fusão os metais possuem pontos de fusão baixos, em torno de 300 graus centígrados. Para explicar melhor, ponto de fusão é a temperatura mínima necessária para que o metal deixe seu estado sólido e se torne líquido, possibilitando a fluidez e permitindo o preenchimento do molde. Depois do resfriamento e desmolde, teremos a peça desejada. Este processo é muito usado tanto na fabricação de bijuterias como na joalheria e o diferencial está no metal empregado. Quando utilizamos um material nobre como ouro, prata, platina, dentre outros, temos uma jóia, e quando usamos latão, cobre, chumbo, estanho, zamac e etc., obtemos uma bijuteria.

Ou seja, quando trabalharmos com metais não preciosos e de pontos de fusão baixos, iremos empregar o processo de fundição de baixa fusão, que consiste em um forno com cadinho metálico, normalmente à gás ou elétrico, que manterá o metal em estado fundente. Ao lado teremos uma máquina chamada centrífuga, que depois de receber o molde (em borracha de silicone, que resiste a mais ou menos 400 graus centígrados) e o metal fundente, faz o metal preencher as cavidades do molde e produzir as peças desejadas.

Já ao trabalharmos com os metais preciosos ou não, mas que possuam pontos de fusão elevados, necessitaremos do processo de fundição de alta fusão, mais sofisticado e que utiliza mais equipamentos. Nesse processo iremos utilizar fornos que atinjam temperaturas mais elevadas, em torno de 1.200 graus centígrados, tanto para manter os metais em estado fundente como para o aquecimento dos moldes. O forno que manterá o metal fundente já empregará cadinhos de grafite e os melhores são os de indução, pois além de manterem os metais sob o estado de fusão, não os degradam e evitam sua oxidação, gerando peças de melhor qualidade.

Iniciamos o processo de alta fusão com peças obtidas à partir da cera, que serão montadas sob uma haste, submetidas a um cilindro metálico (tipo tubo), receberão uma camada de revestimento (tipo gesso protético). Depois da cura (quando o gesso atingiu o estado de secura) em forno apropriado, fará com que a cera contida no cilindro com revestimento evapore, deixando suas cavidades aptas a receberem o metal fundente. Depois do resfriamento e desmolde, teremos as peças fundidas e prontas para o acabamento, a cravação (quando for o caso), polimento, etc. até obtermos a jóia.

Como mencionei as peças em cera, necessárias para chegarmos ao produto final, irei descrever alguns passos para que esse processo em questão se realize. Podemos considerar que boa parte dos produtos e ferramentas empregados se assemelhem aos usados pelos protéticos, que à partir de um bloco de cera, com características e propriedades definidas, passam a ser modeladas manualmente pelo artesão. Este dá as formas e simetrias empregando várias ferramentas, tais como estiletes, pequenas limas e lixas, até que o objeto satisfaça o artista. No próximo passo, esse objeto é submetido a um cilindro metálico, que é preenchido por um revestimento apropriado e colocado em forno de queima. Depois de atingir a cura suficiente e o total derretimento da cera, tal molde se encontra apto a receber o metal desejado para conclusão do produto final.

Quando tal objeto tem a proposta de ser produzido em grande escala, ele é submetido à uma pequena cavidade, geralmente metálica e em formato retangular com dimensões levemente maiores que o objeto, e à partir daí é totalmente preenchido com borracha de silicone, que depois de passar por uma vulcanização torna-se rígida. Então, com o uso de um bisturi, corta-se com cuidado esta borracha no sentido longitudinal, permitindo a retirada do objeto e abrindo um pequeno orifício frontal, o que proporciona que tal borracha sirva de molde para injetar várias outras peças em cera para a continuidade do processo já descrito acima.”

Por Érico Fuzaro

3º Post colaborativo: Panorama da evolução, por Érico Fuzaro

Continuando o segundo post colaborativo, um breve histórico da joalheria:

“Os etruscos atingiram perfeição nas técnicas de filigrana e granulação em ouro, já os gregos, durante o período Helenístico, especializaram-se na arte de modelar figuras humanas para compor brincos, colares e braceletes. Os romanos usaram luxuosos ornamentos em ouro, esmeraldas, safiras e pérolas brancas.

No Renascimento, as jóias eram confeccionadas e decoradas com esmaltes e pedras preciosas de elevado nível artístico; no período Barroco se tornaram símbolo de status social; no período Rococó eram mais assimétricas e leves; e no período Neoclássico os desenhos das peças eram inspirados nos estilos romanos e gregos.

No século XIX, as jóias que foram criadas para a corte do Imperador Napoleão I serviram de padrão para toda Europa, e paralelamente nascia o Romantismo, com a volta das jóias da Antiguidade e do período medieval.

Com a Revolução Industrial surgiram o gosto pelo luxo e inúmeras jóias feitas com diamantes, principalmente na década de 60, depois da descoberta das minas da África do Sul. Essa descoberta transformou o caráter da joalheria em âmbito mundo.

No Século XX, Cartier e Bouchenon, famosos joalheiros, criaram um estilo chamado Belle Époque, inspirado no séc. XVIII. Com isso, podemos observar que o mundo vive em ciclos.”

Fiquem ligadas que semana que vem tem mais continuações, sobre os processos de produção.

(posted by ericofuzaro@terra.com.br)

2º post colaborativo: Breve histórico da joalheria, por Érico Fuzaro

Ebaaa! O Porcinas adora quando alguém se dispõe a escrever algo para ser publicado aqui! Afinal, este espaço é dedicado a articulação de ideias, como esclarecemos no Sobre Nós. E este segundo post colaborativo é especialmente único, pois além de ter sido escrito pelo nosso daddy, Érico Fuzaro, é uma verdadeira aula sobre a história da joalheria. Então, quem tem interesse em seguir carreira na área de design de joias (viu Jô?? rs) ou simplesmente tem curiosidade em saber como ralhos é o processo de produção de uma peça, fique ligada nos próximos posts, que serão uma continuação desta introdução. Enjoy it!!!

O ex-joalheiro Érico Fuzaro, pai das Porcinas

O ex-joalheiro Érico Fuzaro, pai das Porcinas

“Os adornos em ouro acompanham o homem desde nossos ancestrais, quer explorados nas minas ou encontrados em depósitos aluviais (nos leitos dos rios). Hoje, ainda valioso e até servindo como lastro financeiro para as nações, esse metal é explorado principalmente por grandes grupos mineradores com muita tecnologia tanto no aproveitamento da prospecção quanto aos cuidado com o meio ambiente.

A técnica no início
A mineração data do segundo milênio A.C. e o ouro determinava poder e riqueza, orientando as guerras rumo ao melhor acesso às grandes minas. Nesta época, iniciou-se a cunhagem de moedas, facilitando o comércio e possibilitando que um maior número de pessoas adquirissem o metal.

Com o tempo, as primeiras ferramentas foram sendo inventadas, como o martelo, e o artesão (ou ourives) produzia suas peças martelando o metal com pedras. A partir de sucessivas marteladas no metal obtinha-se uma lâmina, que depois de cortada com faca ou cinzel, dava a forma e espessura desejada. Outro meio de se produzir uma peça de ouro, além da lâmina, é por meio de fios, que eram feitos à partir de lâminas finas entrelaçadas e torcidas, tudo à base de cozimento.

Ainda neste período, era raro utilizar a fundição na fabricação das jóias, pois o processo gerava perdas enormes, inviabilizando o negócio. O emprego da fundição, na joalheria, iniciou-se na idade do ferro na Europa e até hoje é utilizado largamente.

O que não mudou desde os primórdios do homem até os dias atuais foi o desafio do joalheiro de transformar os metais preciosos em obras de altíssimo valor, pois as jóias e os metais preciosos, bem como as pedras preciosas, sempre atraíram a atenção do ser humano.”

(posted by ericofuzaro@terra.com.br)

1º Post colaborativo: De enlouquecer a Paty!

Iiiinaaauguradaaa a tão sonhada categoria de posts colaborativos, ou seja, feitos em parceria com pessoas que não são da autoria do Porcinas (eu e a sister). A pioneira é a minha amiga Patrícia Schiaveto (Paty para os íntimos! rs), que disse estar “enlouquecida” por essa jóia e deu a ideia de mostrá-la aqui.

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A peça só poderia mesmo ser fruto do bom gosto, classe e elegância de Michael Kors. O visor de madrepérola e os detalhes dourados podem vir em duas versões: acompanhados de uma pulseira bege, imitando o efeito da pedra do visor, ou de uma pulseira de acetato marrom remetendo ao casco das tartarugas. Ambos os modelos são divinos e, realmente Paty Xuxinha rs, desconcentram! Tiram do sério também pelo preço rs, afinal a Dumont os vende por uma bagatela de aproximadamente R$1.700!

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Antenadíssima, amiga! Tanto que você já tinha me sugerido postá-lo antes mesmo de eu vê-lo na Vogue Brasil deste mês! O Porcinas adorou e agradece o carinho. =)

Aliás, pessoal, estamos recebendo muitos e-mails de garotas participando e fazendo perguntas, e o número de visitas também cresceu bastante. Saibam que ficamos muito felizes, viu?!

xoxo

(posted by nfuzaro e patyschiaveto@gmail.com)


 

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